segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Último Post Pessoal...

Ei pessoal!
A paz de Jesus a todos!

Gostaria de agradecer a todos aqueles que comigo viveram todas as partilhas que fiz aqui neste blog!
Espero que Deus tenha usado das palavras escritas aqui para tocar o seu coração!

Me despeço daqui, mas estou em outro endereço!
Agora tenho o meu blog pessoal para minhas partilhas pessoais!


E este blog do Unus agora segue com a liderança da equipe de comunicação do ministério! Isso mesmo, tem uma equipe sendo montada para atualizar o blog com fotos, videos, missões, partilhas, entrevistas, artigos de formação, e muito mais! Não deixem de conferir aqui!

Fica aqui o meu carinho por todos vocês!
Um grande abraço!
Aguardo vocês lá no meu blog!
Deus nos abençoe!
Thiago Neves Mendonça

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Partilha rápida!

Ei pessoal!
A paz!
Quanto tempo não venho aqui escrever...
Na verdade, o tempo anda meio corrido e ainda passei mal. Mas estou melhor, graças ao cuidado de Deus por mim!

Agora pouco, minutos antes de eu acessar a internet, esvata no banho cantando uma canção que vinha em meu coração. E eu cantava com intensidade. E na capela, que tem perto do meu alojamento, está tendo (vai até as 22 e são 21:53) o grupo de oração Resgate. E assim que saí do banho e me sentei em fente ao computador, ouvi um som não muito estranho. Fui pra janela e o grupo inteiro, a capela toda estava cantando bem forte a mesma canção que eu estava cantando.

Como Deus é incrível não é? E tenho certeza que este foi um sinal de que esta canção é uma das que serão ministradas pelo ministério neste ano! Seus versos falam o que devemos fazer a cada instante!

Em breve, partilho o nome da canção!
Deixo vocês com um abraço apertado!
Fiquem com Deus!
Até mais!
Thiago

sábado, 1 de janeiro de 2011

LIBERDADE RELIGIOSA, CAMINHO PARA A PAZ

Ei pessoal! Aqui é Thiago.
Tudo bem com todos vocês?
Espero que sim!
Hoje, vim aqui partilhar uma mensagem muito linda e muito importante para todos nós cristãos! É uma mensagem do nosso Santo Padre, o Papa Bendo XVI! É meio comprida, mas vale a pena conferir:


"LIBERDADE RELIGIOSA, CAMINHO PARA A PAZ
 
1. NO INÍCIO DE UM ANO NOVO, desejo fazer chegar a todos e cada um os meus votos: votos de serenidade e prosperidade, mas sobretudo votos de paz. Infelizmente também o ano que encerra as portas esteve marcado pela perseguição, pela discriminação, por terríveis actos de violência e de intolerância religiosa.

Penso, em particular, na amada terra do Iraque, que, no seu caminho para a desejada estabilidade e reconciliação, continua a ser cenário de violências e atentados. Recordo as recentes tribulações da comunidade cristã, e de modo especial o vil ataque contra a catedral siro-católica de «Nossa Senhora do Perpétuo Socorro» em Bagdad, onde, no passado dia 31 de Outubro, foram assassinados dois sacerdotes e mais de cinquenta fiéis, quando se encontravam reunidos para a celebração da Santa Missa. A este ataque seguiram-se outros nos dias sucessivos, inclusive contra casas privadas, gerando medo na comunidade cristã e o desejo, por parte de muitos dos seus membros, de emigrar à procura de melhores condições de vida. Manifesto-lhes a minha solidariedade e a da Igreja inteira, sentimento que ainda recentemente teve uma concreta expressão na Assembleia Especial para o Médio Oriente do Sínodo dos Bispos, a qual encorajou as comunidades católicas no Iraque e em todo o Médio Oriente a viverem a comunhão e continuarem a oferecer um decidido testemunho de fé naquelas terras.

Agradeço vivamente aos governos que se esforçam por aliviar os sofrimentos destes irmãos em humanidade e convido os católicos a orarem pelos seus irmãos na fé que padecem violências e intolerâncias e a serem solidários com eles. Neste contexto, achei particularmente oportuno partilhar com todos vós algumas reflexões sobre a liberdade religiosa, caminho para a paz. De facto, é doloroso constatar que, em algumas regiões do mundo, não é possível professar e exprimir livremente a própria religião sem pôr em risco a vida e a liberdade pessoal. Noutras regiões, há formas mais silenciosas e sofisticadas de preconceito e oposição contra os crentes e os símbolos religiosos. Os cristãos são, actualmente, o grupo religioso que padece o maior número de perseguições devido à própria fé. Muitos suportam diariamente ofensas e vivem frequentemente em sobressalto por causa da sua procura da verdade, da sua fé em Jesus Cristo e do seu apelo sincero para que seja reconhecida a liberdade religiosa. Não se pode aceitar nada disto, porque constitui uma ofensa a Deus e à dignidade humana; além disso, é uma ameaça à segurança e à paz e impede a realização de um desenvolvimento humano autêntico e integral.[1]

De facto, na liberdade religiosa exprime-se a especificidade da pessoa humana, que, por ela, pode orientar a própria vida pessoal e social para Deus, a cuja luz se compreendem plenamente a identidade, o sentido e o fim da pessoa. Negar ou limitar arbitrariamente esta liberdade significa cultivar uma visão redutiva da pessoa humana; obscurecer a função pública da religião significa gerar uma sociedade injusta, porque esta seria desproporcionada à verdadeira natureza da pessoa; isto significa tornar impossível a afirmação de uma paz autêntica e duradoura para toda a família humana.
Por isso, exorto os homens e mulheres de boa vontade a renovarem o seu compromisso pela construção de um mundo onde todos sejam livres para professar a sua própria religião ou a sua fé e viver o seu amor a Deus com todo o coração, toda a alma e toda a mente (cf. Mt 22, 37). Este é o sentimento que inspira e guia a Mensagem para o XLIV Dia Mundial da Paz, dedicada ao tema: Liberdade religiosa, caminho para a paz.


Direito sagrado à vida e a uma vida espiritual

2. O direito à liberdade religiosa está radicado na própria dignidade da pessoa humana,[2] cuja natureza transcendente não deve ser ignorada ou negligenciada. Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança (cf. Gn 1, 27). Por isso, toda a pessoa é titular do direito sagrado a uma vida íntegra, mesmo do ponto de vista espiritual. Sem o reconhecimento do próprio ser espiritual, sem a abertura ao transcendente, a pessoa humana retrai-se sobre si mesma, não consegue encontrar resposta para as perguntas do seu coração sobre o sentido da vida e dotar-se de valores e princípios éticos duradouros, nem consegue sequer experimentar uma liberdade autêntica e desenvolver uma sociedade justa.[3]
A Sagrada Escritura, em sintonia com a nossa própria experiência, revela o valor profundo da dignidade humana: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que lá colocastes, que é o homem para que Vos lembreis dele, o filho do homem para dele Vos ocupardes? Fizestes dele quase um ser divino, de honra e glória o coroastes; destes-lhe poder sobre a obra das vossas mãos, tudo submetestes a seus pés» (Sl 8, 4-7).

Perante a sublime realidade da natureza humana, podemos experimentar a mesma admiração expressa pelo salmista. Esta manifesta-se como abertura ao Mistério, como capacidade de interrogar-se profundamente sobre si mesmo e sobre a origem do universo, como íntima ressonância do Amor supremo de Deus, princípio e fim de todas as coisas, de cada pessoa e dos povos.[4] A dignidade transcendente da pessoa é um valor essencial da sabedoria judaico-cristã, mas, graças à razão, pode ser reconhecida por todos. Esta dignidade, entendida como capacidade de transcender a própria materialidade e buscar a verdade, há-de ser reconhecida como um bem universal, indispensável na construção duma sociedade orientada para a realização e a plenitude do homem. O respeito de elementos essenciais da dignidade do homem, tais como o direito à vida e o direito à liberdade religiosa, é uma condição da legitimidade moral de toda a norma social e jurídica.


Liberdade religiosa e respeito recíproco

3. A liberdade religiosa está na origem da liberdade moral. Com efeito, a abertura à verdade e ao bem, a abertura a Deus, radicada na natureza humana, confere plena dignidade a cada um dos seres humanos e é garante do respeito pleno e recíproco entre as pessoas. Por conseguinte, a liberdade religiosa deve ser entendida não só como imunidade da coacção mas também, e antes ainda, como capacidade de organizar as próprias opções segundo a verdade.
Existe uma ligação indivisível entre liberdade e respeito; de facto, «cada homem e cada grupo social estão moralmente obrigados, no exercício dos próprios direitos, a ter em conta os direitos alheios e os seus próprios deveres para com os outros e o bem comum».[5]

Uma liberdade hostil ou indiferente a Deus acaba por se negar a si mesma e não garante o pleno respeito do outro. Uma vontade, que se crê radicalmente incapaz de procurar a verdade e o bem, não tem outras razões objectivas nem outros motivos para agir senão os impostos pelos seus interesses momentâneos e contingentes, não tem uma «identidade» a preservar e construir através de opções verdadeiramente livres e conscientes. Mas assim não pode reclamar o respeito por parte de outras «vontades», também estas desligadas do próprio ser mais profundo e capazes, por conseguinte, de fazer valer outras «razões» ou mesmo nenhuma «razão». A ilusão de encontrar no relativismo moral a chave para uma pacífica convivência é, na realidade, a origem da divisão e da negação da dignidade dos seres humanos. Por isso se compreende a necessidade de reconhecer uma dupla dimensão na unidade da pessoa humana: a religiosa e a social. A este respeito, é inconcebível que os crentes «tenham de suprimir uma parte de si mesmos – a sua fé – para serem cidadãos activos; nunca deveria ser necessário renegar a Deus, para se poder gozar dos próprios direitos».[6]


A família, escola de liberdade e de paz

4. Se a liberdade religiosa é caminho para a paz, a educação religiosa é estrada privilegiada para habilitar as novas gerações a reconhecerem no outro o seu próprio irmão e a sua própria irmã, com quem caminhar juntos e colaborar para que todos se sintam membros vivos de uma mesma família humana, da qual ninguém deve ser excluído.
A família fundada sobre o matrimónio, expressão de união íntima e de complementaridade entre um homem e uma mulher, insere-se neste contexto como a primeira escola de formação e de crescimento social, cultural, moral e espiritual dos filhos, que deveriam encontrar sempre no pai e na mãe as primeiras testemunhas de uma vida orientada para a busca da verdade e para o amor de Deus. Os próprios pais deveriam ser sempre livres para transmitir, sem constrições e responsavelmente, o próprio património de fé, de valores e de cultura aos filhos. A família, primeira célula da sociedade humana, permanece o âmbito primário de formação para relações harmoniosas a todos os níveis de convivência humana, nacional e internacional. Esta é a estrada que se há-de sapientemente percorrer para a construção de um tecido social robusto e solidário, para preparar os jovens à assunção das próprias responsabilidades na vida, numa sociedade livre, num espírito de compreensão e de paz.


Um património comum

5. Poder-se-ia dizer que, entre os direitos e as liberdades fundamentais radicados na dignidade da pessoa, a liberdade religiosa goza de um estatuto especial. Quando se reconhece a liberdade religiosa, a dignidade da pessoa humana é respeitada na sua raiz e reforça-se a índole e as instituições dos povos. Pelo contrário, quando a liberdade religiosa é negada, quando se tenta impedir de professar a própria religião ou a própria fé e de viver de acordo com elas, ofende-se a dignidade humana e, simultaneamente, acabam ameaçadas a justiça e a paz, que se apoiam sobre a recta ordem social construída à luz da Suma Verdade e do Sumo Bem.
Neste sentido, a liberdade religiosa é também uma aquisição de civilização política e jurídica. Trata-se de um bem essencial: toda a pessoa deve poder exercer livremente o direito de professar e manifestar, individual ou comunitariamente, a própria religião ou a própria fé, tanto em público como privadamente, no ensino, nos costumes, nas publicações, no culto e na observância dos ritos. Não deveria encontrar obstáculos, se quisesse eventualmente aderir a outra religião ou não professar religião alguma. Neste âmbito, revela-se emblemático e é uma referência essencial para os Estados o ordenamento internacional, enquanto não consente alguma derrogação da liberdade religiosa, salvo a legítima exigência da justa ordem pública.[7] Deste modo, o ordenamento internacional reconhece aos direitos de natureza religiosa o mesmo status do direito à vida e à liberdade pessoal, comprovando a sua pertença ao núcleo essencial dos direitos do homem, àqueles direitos universais e naturais que a lei humana não pode jamais negar.
A liberdade religiosa não é património exclusivo dos crentes, mas da família inteira dos povos da terra. É elemento imprescindível de um Estado de direito; não pode ser negada, sem ao mesmo tempo minar todos os direitos e as liberdades fundamentais, pois é a sua síntese e ápice. É «o papel de tornassol para verificar o respeito de todos os outros direitos humanos».[8] Ao mesmo tempo que favorece o exercício das faculdades humanas mais específicas, cria as premissas necessárias para a realização de um desenvolvimento integral, que diz respeito unitariamente à totalidade da pessoa em cada uma das suas dimensões.[9]


A dimensão pública da religião  

6. Embora movendo-se a partir da esfera pessoal, a liberdade religiosa – como qualquer outra liberdade – realiza-se na relação com os outros. Uma liberdade sem relação não é liberdade perfeita. Também a liberdade religiosa não se esgota na dimensão individual, mas realiza-se na própria comunidade e na sociedade, coerentemente com o ser relacional da pessoa e com a natureza pública da religião.
O relacionamento é uma componente decisiva da liberdade religiosa, que impele as comunidades dos crentes a praticarem a solidariedade em prol do bem comum. Cada pessoa permanece única e irrepetível e, ao mesmo tempo, completa-se e realiza-se plenamente nesta dimensão comunitária.
Inegável é a contribuição que as religiões prestam à sociedade. São numerosas as instituições caritativas e culturais que atestam o papel construtivo dos crentes na vida social. Ainda mais importante é a contribuição ética da religião no âmbito político. Tal contribuição não deveria ser marginalizada ou proibida, mas vista como válida ajuda para a promoção do bem comum. Nesta perspectiva, é preciso mencionar a dimensão religiosa da cultura, tecida através dos séculos graças às contribuições sociais e sobretudo éticas da religião. Tal dimensão não constitui de modo algum uma discriminação daqueles que não partilham a sua crença, mas antes reforça a coesão social, a integração e a solidariedade.


Liberdade religiosa, força de liberdade e de civilização: os perigos da sua instrumentalização

7. A instrumentalização da liberdade religiosa para mascarar interesses ocultos, como por exemplo a subversão da ordem constituída, a apropriação de recursos ou a manutenção do poder por parte de um grupo, pode provocar danos enormes às sociedades. O fanatismo, o fundamentalismo, as práticas contrárias à dignidade humana não se podem jamais justificar, e menos ainda o podem ser se realizadas em nome da religião. A profissão de uma religião não pode ser instrumentalizada, nem imposta pela força. Por isso, é necessário que os Estados e as várias comunidades humanas nunca se esqueçam que a liberdade religiosa é condição para a busca da verdade e que a verdade não se impõe pela violência mas pela «força da própria verdade».[10] Neste sentido, a religião é uma força positiva e propulsora na construção da sociedade civil e política.

Como se pode negar a contribuição das grandes religiões do mundo para o desenvolvimento da civilização? A busca sincera de Deus levou a um respeito maior da dignidade do homem. As comunidades cristãs, com o seu património de valores e princípios, contribuíram imenso para a tomada de consciência das pessoas e dos povos a respeito da sua própria identidade e dignidade, bem como para a conquista de instituições democráticas e para a afirmação dos direitos do homem e seus correlativos deveres.
Também hoje, numa sociedade cada vez mais globalizada, os cristãos são chamados – não só através de um responsável empenhamento civil, económico e político, mas também com o testemunho da própria caridade e fé – a oferecer a sua preciosa contribuição para o árduo e exaltante compromisso em prol da justiça, do desenvolvimento humano integral e do recto ordenamento das realidades humanas. A exclusão da religião da vida pública subtrai a esta um espaço vital que abre para a transcendência. Sem esta experiência primária, revela-se uma tarefa árdua orientar as sociedades para princípios éticos universais e torna-se difícil estabelecer ordenamentos nacionais e internacionais nos quais os direitos e as liberdades fundamentais possam ser plenamente reconhecidos e realizados, como se propõem os objectivos – infelizmente ainda menosprezados ou contestados – da Declaração Universal dos direitos do homem de 1948.


Uma questão de justiça e de civilização: o fundamentalismo e a hostilidade contra os crentes prejudicam a laicidade positiva dos Estados

8. A mesma determinação, com que são condenadas todas as formas de fanatismo e de fundamentalismo religioso, deve animar também a oposição a todas as formas de hostilidade contra a religião, que limitam o papel público dos crentes na vida civil e política.
Não se pode esquecer que o fundamentalismo religioso e o laicismo são formas reverberadas e extremas de rejeição do legítimo pluralismo e do princípio de laicidade. De facto, ambas absolutizam uma visão redutiva e parcial da pessoa humana, favorecendo formas, no primeiro caso, de integralismo religioso e, no segundo, de racionalismo. A sociedade, que quer impor ou, ao contrário, negar a religião por meio da violência, é injusta para com a pessoa e para com Deus, mas também para consigo mesma. Deus chama a Si a humanidade através de um desígnio de amor, o qual, ao mesmo tempo que implica a pessoa inteira na sua dimensão natural e espiritual, exige que lhe corresponda em termos de liberdade e de responsabilidade, com todo o coração e com todo o próprio ser, individual e comunitário. Sendo assim, também a sociedade, enquanto expressão da pessoa e do conjunto das suas dimensões constitutivas, deve viver e organizar-se de modo a favorecer a sua abertura à transcendência. Por isso mesmo, as leis e as instituições duma sociedade não podem ser configuradas ignorando a dimensão religiosa dos cidadãos ou de modo que prescindam completamente da mesma; mas devem ser comensuradas – através da obra democrática de cidadãos conscientes da sua alta vocação – ao ser da pessoa, para o poderem favorecer na sua dimensão religiosa. Não sendo esta uma criação do Estado, não pode ser manipulada, antes deve contar com o seu reconhecimento e respeito.
O ordenamento jurídico a todos os níveis, nacional e internacional, quando consente ou tolera o fanatismo religioso ou anti-religioso, falta à sua própria missão, que consiste em tutelar e promover a justiça e o direito de cada um. Tais realidades não podem ser deixadas à mercê do arbítrio do legislador ou da maioria, porque, como já ensinava Cícero, a justiça consiste em algo mais do que um mero acto produtivo da lei e da sua aplicação. A justiça implica reconhecer a cada um a sua dignidade,[11] a qual, sem liberdade religiosa garantida e vivida na sua essência, fica mutilada e ofendida, exposta ao risco de cair sob o predomínio dos ídolos, de bens relativos transformados em absolutos. Tudo isto expõe a sociedade ao risco de totalitarismos políticos e ideológicos, que enfatizam o poder público, ao mesmo tempo que são mortificadas e coarctadas, como se lhe fizessem concorrência, as liberdades de consciência, de pensamento e de religião.


Diálogo entre instituições civis e religiosas 

9. O património de princípios e valores expressos por uma religiosidade autêntica é uma riqueza para os povos e respectivas índoles: fala directamente à consciência e à razão dos homens e mulheres, lembra o imperativo da conversão moral, motiva para aperfeiçoar a prática das virtudes e aproximar-se amistosamente um do outro sob o signo da fraternidade, como membros da grande família humana.[12]
No respeito da laicidade positiva das instituições estatais, a dimensão pública da religião deve ser sempre reconhecida. Para isso, um diálogo sadio entre as instituições civis e as religiosas é fundamental para o desenvolvimento integral da pessoa humana e da harmonia da sociedade.


Viver no amor e na verdade

10. No mundo globalizado, caracterizado por sociedades sempre mais multiétnicas e pluriconfessionais, as grandes religiões podem constituir um factor importante de unidade e paz para a família humana. Com base nas suas próprias convicções religiosas e na busca racional do bem comum, os seus membros são chamados a viver responsavelmente o próprio compromisso num contexto de liberdade religiosa. Nas variadas culturas religiosas, enquanto há que rejeitar tudo aquilo que é contra a dignidade do homem e da mulher, é preciso, ao contrário, valer-se daquilo que resulta positivo para a convivência civil.
O espaço público, que a comunidade internacional torna disponível para as religiões e para a sua proposta de «vida boa», favorece o aparecimento de uma medida compartilhável de verdade e de bem e ainda de um consenso moral, que são fundamentais para uma convivência justa e pacífica. Os líderes das grandes religiões, pela sua função, influência e autoridade nas respectivas comunidades, são os primeiros a ser chamados ao respeito recíproco e ao diálogo.
Os cristãos, por sua vez, são solicitados pela sua própria fé em Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo, a viver como irmãos que se encontram na Igreja e colaboram para a edificação de um mundo, onde as pessoas e os povos «não mais praticarão o mal nem a destruição (...), porque o conhecimento do Senhor encherá a terra, como as águas enchem o leito do mar» (Is 11, 9).


Diálogo como busca em comum

11. Para a Igreja, o diálogo entre os membros de diversas religiões constitui um instrumento importante para colaborar com todas as comunidades religiosas para o bem comum. A própria Igreja nada rejeita do que nessas religiões existe de verdadeiro e santo. «Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia reflectem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens».[13]
A estrada indicada não é a do relativismo nem do sincretismo religioso. De facto, a Igreja «anuncia, e tem mesmo a obrigação de anunciar incessantemente Cristo, “caminho, verdade e vida” (Jo 14, 6), em quem os homens encontram a plenitude da vida religiosa e no qual Deus reconciliou consigo mesmo todas as coisas».[14] Todavia isto não exclui o diálogo e a busca comum da verdade em diversos âmbitos vitais, porque, como diz uma expressão usada frequentemente por São Tomás de Aquino, «toda a verdade, independentemente de quem a diga, provém do Espírito Santo».[15]
Em 2011, tem lugar o 25º aniversário da Jornada Mundial de Oração pela Paz, que o Venerável Papa João Paulo II convocou em Assis em 1986. Naquela ocasião, os líderes das grandes religiões do mundo deram testemunho da religião como sendo um factor de união e paz, e não de divisão e conflito. A recordação daquela experiência é motivo de esperança para um futuro onde todos os crentes se sintam e se tornem autenticamente obreiros de justiça e de paz.


Verdade moral na política e na diplomacia

12. A política e a diplomacia deveriam olhar para o património moral e espiritual oferecido pelas grandes religiões do mundo, para reconhecer e afirmar verdades, princípios e valores universais que não podem ser negados sem, com os mesmos, negar-se a dignidade da pessoa humana. Mas, em termos práticos, que significa promover a verdade moral no mundo da política e da diplomacia? Quer dizer agir de maneira responsável com base no conhecimento objectivo e integral dos factos; quer dizer desmantelar ideologias políticas que acabam por suplantar a verdade e a dignidade humana e pretendem promover pseudo-valores com o pretexto da paz, do desenvolvimento e dos direitos humanos; quer dizer favorecer um empenho constante de fundar a lei positiva sobre os princípios da lei natural.[16] Tudo isto é necessário e coerente com o respeito da dignidade e do valor da pessoa humana, sancionado pelos povos da terra na Carta da Organização das Nações Unidas de 1945, que apresenta valores e princípios morais universais de referência para as normas, as instituições, os sistemas de convivência a nível nacional e internacional.


Para além do ódio e do preconceito

13. Não obstante os ensinamentos da história e o compromisso dos Estados, das organizações internacionais a nível mundial e local, das organizações não governamentais e de todos os homens e mulheres de boa vontade que cada dia se empenham pela tutela dos direitos e das liberdades fundamentais, ainda hoje no mundo se registam perseguições, descriminações, actos de violência e de intolerância baseados na religião. De modo particular na Ásia e na África, as principais vítimas são os membros das minorias religiosas, a quem é impedido de professar livremente a própria religião ou mudar para outra, através da intimidação e da violação dos direitos, das liberdades fundamentais e dos bens essenciais, chegando até à privação da liberdade pessoal ou da própria vida.
Temos depois, como já disse, formas mais sofisticadas de hostilidade contra a religião, que nos países ocidentais se exprimem por vezes com a renegação da própria história e dos símbolos religiosos nos quais se reflectem a identidade e a cultura da maioria dos cidadãos. Frequentemente tais formas fomentam o ódio e o preconceito e não são coerentes com uma visão serena e equilibrada do pluralismo e da laicidade das instituições, sem contar que as novas gerações correm o risco de não entrar em contacto com o precioso património espiritual dos seus países.
A defesa da religião passa pela defesa dos direitos e liberdades das comunidades religiosas. Assim, os líderes das grandes religiões do mundo e os responsáveis das nações renovem o compromisso pela promoção e a tutela da liberdade religiosa, em particular pela defesa das minorias religiosas; estas não constituem uma ameaça contra a identidade da maioria, antes, pelo contrário, são uma oportunidade para o diálogo e o mútuo enriquecimento cultural. A sua defesa representa a maneira ideal para consolidar o espírito de benevolência, abertura e reciprocidade com que se há-de tutelar os direitos e as liberdades fundamentais em todas as áreas e regiões do mundo.


Liberdade religiosa no mundo

14. Dirijo-me, por fim, às comunidades cristãs que sofrem perseguições, discriminações, actos de violência e intolerância, particularmente na Ásia, na África, no Médio Oriente e de modo especial na Terra Santa, lugar escolhido e abençoado por Deus. Ao mesmo tempo que lhes renovo a expressão do meu afecto paterno e asseguro a minha oração, peço a todos os responsáveis que intervenham prontamente para pôr fim a toda a violência contra os cristãos que habitam naquelas regiões. Que os discípulos de Cristo não desanimem com as presentes adversidades, porque o testemunho do Evangelho é e será sempre sinal de contradição.
Meditemos no nosso coração as palavras do Senhor Jesus: «Felizes os que choram, porque hão-se ser consolados. (...) Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. (...) Felizes sereis quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentido, vos acusarem de toda a espécie de mal. Alegrai-vos e exultai, pois é grande nos Céus a vossa recompensa» (Mt 5, 4-12). Por isso, renovemos «o compromisso por nós assumido no sentido da indulgência e do perdão – que invocamos de Deus para nós, no “Pai-nosso” – por havermos posto, nós próprios, a condição e a medida da desejada misericórdia: “perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”(Mt 6, 12)».[17] A violência não se vence com a violência. O nosso grito de dor seja sempre acompanhado pela fé, pela esperança e pelo testemunho do amor de Deus. Faço votos também de que cessem no Ocidente, especialmente na Europa, a hostilidade e os preconceitos contra os cristãos pelo facto de estes pretenderem orientar a própria vida de modo coerente com os valores e os princípios expressos no Evangelho. Mais ainda, que a Europa saiba reconciliar-se com as próprias raízes cristãs, que são fundamentais para compreender o papel que teve, tem e pretende ter na história; saberá assim experimentar justiça, concórdia e paz, cultivando um diálogo sincero com todos os povos.


Liberdade religiosa, caminho para a paz

15. O mundo tem necessidade de Deus; tem necessidade de valores éticos e espirituais, universais e compartilhados, e a religião pode oferecer uma contribuição preciosa na sua busca, para a construção de uma ordem social justa e pacífica a nível nacional e internacional.
A paz é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, um projecto a realizar, nunca totalmente cumprido. Uma sociedade reconciliada com Deus está mais perto da paz, que não é simples ausência de guerra, nem mero fruto do predomínio militar ou económico, e menos ainda de astúcias enganadoras ou de hábeis manipulações. Pelo contrário, a paz é o resultado de um processo de purificação e elevação cultural, moral e espiritual de cada pessoa e povo, no qual a dignidade humana é plenamente respeitada. Convido todos aqueles que desejam tornar-se obreiros de paz e sobretudo os jovens a prestarem ouvidos à própria voz interior, para encontrar em Deus a referência estável para a conquista de uma liberdade autêntica, a força inesgotável para orientar o mundo com um espírito novo, capaz de não repetir os erros do passado. Como ensina o Servo de Deus Papa Paulo VI, a cuja sabedoria e clarividência se deve a instituição do Dia Mundial da Paz, «é preciso, antes de mais nada, proporcionar à Paz outras armas, que não aquelas que se destinam a matar e a exterminar a humanidade. São necessárias sobretudo as armas morais, que dão força e prestígio ao direito internacional; aquela arma, em primeiro lugar, da observância dos pactos».[18] A liberdade religiosa é uma autêntica arma da paz, com uma missão histórica e profética. De facto, ela valoriza e faz frutificar as qualidades e potencialidades mais profundas da pessoa humana, capazes de mudar e tornar melhor o mundo; consente alimentar a esperança num futuro de justiça e de paz, mesmo diante das graves injustiças e das misérias materiais e morais. Que todos os homens e as sociedades aos diversos níveis e nos vários ângulos da terra possam brevemente experimentar a liberdade religiosa, caminho para a paz!
Vaticano, 8 de Dezembro de 2010.


BENEDICTUS PP XVI


[1] Cf. BENTO XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 29.55-57.
[2] Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Decl. sobre a liberdade religiosa Dignitatis humanae, 2.
[3] Cf. BENTO XVI, Carta enc. Caritas in veritate,, 78.
[4] Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Decl. sobre as relações da Igreja com as religiões não-cristãs Nostra aetate, 1.
[5] CONC. ECUM. VAT. II, Decl. sobre a liberdade religiosa Dignitatis humanae, 7.
[7] Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Decl. sobre a liberdade religiosa Dignitatis humanae, 2.
[9] Cf. BENTO XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 11.
[10] Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Decl. sobre a liberdade religiosa Dignitatis humanae, 1.
[11] Cf. CÍCERO, De inventione, II, 160.
[12] Cf. BENTO XVI, Discurso aos Representantes de outras Religiões do Reino Unido (17 de Setembro de 2010): L’Osservatore Romano (ed. portuguesa de 25/IX/2010), 6-7.
[13] CONC. ECUM. VAT. II, Decl. sobre as relações da Igreja com as religiões não-cristãs Nostra aetate, 2.
[14] Ibid., 2.
[15] Super evangelium Joannis, I, 3.
[16]Cf. BENTO XVI, Discurso às Autoridades civis e ao Corpo Diplomático em Chipre (5 de Junho de 2010): L’Osservatore Romano (ed. portuguesa de 12/VI/2010), 4; COMISSÃO TEOLÓGICA INTERNACIONAL, À procura de uma ética universal: um olhar sobre a lei natural (Cidade do Vaticano 2009).
[17] PAULO VI, Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1976: AAS 67 (1975), 671.
[18] Ibid.: o.c., 668."



sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo!

Ei pessoal!
Venho aqui para fazer uma partilha de um direcionamento que Deus tem dado pra minha vida, e creio que seja pra vida de muitos irmãos em Cristo também!
Deus tem me confortado e me consolado muito com Sua palavra que está em Romanos 8, 38 - 39:

"Estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem os poderes nem as forças das alturas ou das profundidades, nem qualquer outra criatura, nada nos poderá separar do amor de Deus, manifestado em Jesus Cristo, nosso Senhor."

E quantas vezes nós nos deparamos em situações tão difíceis, tão complexas e achamos que ninguém nos ama, que ninguém nos quer bem! E esquecemos desse amor que vem de Deus, manifestado em Jesus, nosso Senhor e Salvador. Nós temos dificuldade em entender esse amor. De fato, amor igual ao amor de Deus por nós é incompreensível, é incomparável, é irresistível!

Um convite de Deus para nós para o ano de 2011 é deixarmos Ele nos amar! E amar sem limites, sem colocarmos situações, complicações, obstáculos! Deixarmos Ele nos amar com todo AMOR! Como diz a palavra, NADA vai nos separar do amor de Deus! NADA! E tenhamos essa certeza de que não importa o que trazemos, o que fazemos, o que estamos vivendo. Ele nos ama, e nos quer perto d'Ele! Repensemos sim nossas atitudes, nossos pensamentos e sentimentos, pois o mal que fazemos não interfere no amor d'Ele por nós, mas interfere diretamente a nós com Ele. O mal vem nos distanciar desse amor! Vem nos tirar desse amor! E nós caímos, e como caímos! Mas Deus não desiste de nós, não nos deixa e não pára de nos chamar pra perto!

Outro convite é para que nós, como instrumentos de Deus aqui na Terra, possamos levar esse amor aos irmãos, fazendo com que todos os demais não se esqueçam de que são amados, e muito amados por Ele e que esse amor é sem medidas, é incondicional, é sem interesse, é amor sincero, amor real, amor ÁGAPE! Deixemos Deus nos amar, e levemos esse amor aos irmãos! Amemos os irmãos, amemos o próximo! Retiremos de nosso coração mágoas, ódios, rancores, enfim, sentimentos que contrariam o amor, e deixemos o amor falar mais alto! Deus nos quer amando!

E assim, que nós também possamos amar a Ele! Amar a Deus sobre todas as coisas! Colocar Deus acima de todos e de tudo! É o primeiro mandamento ao qual muitos já se esqueceram! Amemos a Deus Pai, a Cristo Jesus e ao Espírito Santo! Amemos!

Então, vamos amar e ser amados por Deus?
Vamos amar os nossos irmãos como amamos a nós mesmos?
Vamos nos amar?
Amemos irmãos!
Amemos!

Que o amor de Deus invada sua vida, seu coração, sua história nesse novo ano!
E que 2011 venha repleto de bênçãos de Deus para você, para seus familiares e amigos!
Muita saúde, paz, AMOR, felicidade, prosperidade, caridade, humildade, dignidade, humildade...
Tudo de bom!
E que Maria nos ensine a viver esse amor e a amar tudo e todos! Ela que tbm tanto nos ama como filhos!

A paz de Jesus!
E FELIZ 2011!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Vídeo Unus 10 Anos


Esse vídeo tem um pouco da história do Unus! De 2007 pra cá!
Foi passado na noite de artes! Confiram!

E a edição do DVD se inicia! Aleluia!
Abraço a todos!
Thiago

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Faça o Download!

Pessoal!
Está disponível um arquivo contendo prévias das canções ministradas na noite de artes!
Faça o download e acompanhe:

http://www.4shared.com/file/fmKvJteY/Prvia_Sempre_Te_Louvar.html


Em breve, teremos o DVD oficial da noite!
Continuem rezando por nós!
Que Deus nos abençoe sempre!

A paz a todos
Thiago

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Missão!

Ei pessoal!
A paz!


Gostaria de pedir orações a todos vocês, pois estarei ministrando num encontro neste fim de semana em Guidoval, e foi tudo meio que surpresa! Estamos a serviço do Senhor e onde Ele nos chama, nós vamos! Mesmo sem todo o ministério, estarei lá exercendo minha função ministerial e sei que todo o ministério estará em oração! Assim, peço a vocês orações também!
Deus nos abençoe sempre!

A paz a todos!
Thiago

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Novidades!

Ei pessoal do blog! A paz de Jesus!
Aqui é Thiago.

Bom, hoje venho aqui compartilhar com vocês da alegria que venho sentindo após a noite de artes e nas confirmações do novo sonho que Ele tem pra cada um de nós! Nossa próxima noite de artes, que será bem divulgada como um show católico, já tem um direcionamento: Romanos 8, 38-39. Ainda não sabemos ao certo a canção tema, mas tudo indica a uma delas, a qual não revelarei ainda. Continuem em oração para que Deus nos inspire e nos conduza! Amém!


Agora também compartilho que ontem, quinta feira, eu consegui as filmagens oficiais da noite de artes! Bacana não é? Neste fim de semana, estaremos fazendo (a nova coordenação geral da noite de artes: Aline Gomes, Palmira Bastos e Eu) as seleções de cenas, bem como os momentos que vão para o DVD da noite (DVD caseiro, não editado e áudio ao vivo).
Em breve estaremos com os anúncios e chamadas para que todos possam comprar e experimentar da graça que Deus derramou naquela noite em sua própria casa, e mais: Ele quer derramar muito mais em sua vida! Aleluia! Na compra de um DVD você estará ajudando o ministério a arrecadar fundos para a próxima noite. Então, já reservem o dinheiro para adquirirem o de vocês!

No mais, é isso pessoal! Pedimos muitas orações! Muitas mesmo! Estamos em fase de irmos pra casa, onde nos distanciamos por um tempo. Mas Deus nos unirá em oração! Amém!

Maria passe a frente e rogue a Deus por nós!
Abraço apertado e que Deus nos abençoe!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Noite de Artes - Final

Continuando a partilha, para fecharmos a Noite! hehe


E depois, iniciamos a ministração da canção "Faça-me Novo", a qual eu sou o compositor. Esta canção recebeu vários nomes quando a compûs. O primeiro nome dela era "Oleiro" que retrata nosso Deus como sendo o nosso Oleiro Santo e nós sendo apenas o barro nas mãos d'Ele, deixando-o nos transformar e nos moldar. Esta canção foi ministrada por mim e pela Kamilla. O detalhe bacana desta canção era que enquanto a gente ministrava a canção, um vídeo de um oleiro fabricando o seu vaso era exposto para o público. E confesso que nessa canção eu sentia Deus tocando cada coração e abrindo as portas para a transformação que Ele nos prometia! Estava chegando o momento exato de experimentarmos dessa transformação e desta restauração.

Em seguida, ministrei a canção "Espírito Santo", a qual também sou o compositor. Nós experimentamos fortemente a ação d'Ele em cada um ali no palco e no meio do povo. E como foi profunda a ministração e o momento que vivemos. No meio da música, meu corpo arrepiava, e pude perceber que muitos ali também estavam assim, sendo tocados e restaurados pela ação do Espírito Santo de Deus! E nós clamamos juntos por esse Espírito Santo de Deus em nossa vida. Quando o povo clamava, eu estava rezando muito a Deus para que cada palavra cantada fosse mesmo de coração e que mesmo que não fosse, que Deus pudesse tocar e pudesse agir, pois a boca fala do que o coração está cheio! E assim foi, pois muitos estavam ali clamando: "Espírito Santo, vem viver em mim" e O Espírito Santo estava vivendo e continuará por muito tempo, vivendo em cada coração que ali já estava se renovando!

Depois de tanto clamarmos e de deixarmos O Espírito Santo agir em nós, viver em nós, nós selamos o momento de renovação ministrando a canção "Eu Nasci De Novo", eu, Nínive e Mayra. Ministramos esta canção levando o povo a declarar essa renovação, essa certeza de que foi feito de novo, de termos nascido novamente! Fomos renovados e por isso declaramos que de ali em diante nós éramos (e somos) novas criações. E foi tão lindo perceber o povo confirmando essa renovação! Aleluia!

Depois, nos voltamos para a comunidade, e ministramos a canção "Unidos de coração", de minha autoria em parceria com a Fabíola Morena, onde eu, Aline e Raynan a ministramos. Essa música o Unus já tinha ministrado em Lavras, num encontro estadual do Ministério Universidades Renovadas. Nós a ministramos ali e vimos o pessoal se unir e dançar e cantar nossa unidade! E foi tudo tão lindo. Alguns deslizes aconteceram neste momento, mas nada impediu de todos experimentarem da moção de Deus! Depois nós chamamos todo o ministério Universidades Renovadas no palco e todos nós rezamos juntos para que o sonho de amor do mundo fosse propagado, fosse levado aos demais que não experimentaram ainda. E nós rezamos por nossa nação também, pois tínhamos acabado de eleger nossos novos governantes, e pedimos a Deus para que o Brasil fosse mesmo uma nação de adoradores de Jesus! Que Jesus reine em nossa nação! Amém!

E finalizamos a noite com a música tema reprisada! Nessa momento, não sabia nem mais o que cantar, de tão extasiado que estava! Ôo Glória! E como pulamos, brincamos e nos divertimos nessa canção! Depois que terminamos a canção, fizemos o sorteio das rifas, aos quais já foram entregues os prêmios e tudo. E finalizamos nossa noite de artes! Ah...


Estava tão bom vir aqui partilhar com vocês cada momento! Eu vivi muito e estou vivendo agora ouvindo toda a noite de artes! É isso mesmo! Estou com o áudio em mãos e estou ouvindo cada segundo, e experimentando agora como ouvinte das músicas, das partilhas, de tudo! Em breve, nós vamos divulgar as prévias da noite de artes, e também vamos divulgar um trailer oficial da noite!

Dêem um brado de vitória ao Senhor Jesus!
Aleluia!

A paz a todos!
Fiquem com Deus e o amor de Maria!
Com muito carinho
Thiago


Continuem rezando por nós! Nossa próxima missão é o SEARA 2011 (encontro de carnaval em Viçosa) e já estamos em oração pela próxima noite de artes também!
Em breve partilharemos os direcionamentos da próxima! TEREMOS BIS SIM! Uhul!
Também partilharemos as fotos da noite de artes, bem como fotos com os movimentos que receberam as doações que vocês fizeram na portaria! 
Até breve pessoal!

domingo, 14 de novembro de 2010

Noite de Artes - Parte 3

Continuando a partilha...

Depois do teatro, o povo já tinha sido tocado e profundamente! Pois Deus agiu até naquele momento, e após o teatro seria o marco para que Ele pudesse reinar nos corações presentes. A música seguinte era a música tema da noite: "Sempre Te louvar". Eu entrei no momento que iniciava a canção e ministrei muito tranquilamente, pois sentia a presença de Deus ali tocando os corações. E nós erguemos um louvor a Deus lindo! Todos juntos, embora muitos ainda não se abrissem. Mas Deus colocava em meu coração que o momento certo onde todos se abririam chegaria, era só esperar!

Após o momento de louvor, por um deslize meu, tive que me retirar do palco, mas estava ali atrás das cortinas o tempo inteiro, experimentando tudo que estava se passando. Era momento de declararmos que o Senhor é digno de todo louvor! E as meninas, Thalyta e Alessandra assim o fizeram e bem feito! Foi lindo ouvir a voz das duas se revezando na canção e tudo tão harmônico. E todos muito animados disseram que O Senhor é digno sim de louvor, de honra e de glória!

Depois desse momento, Alessandra e Hanna ministraram uma das minhas canções que mais me emociono quando escuto, que é a música Perdão. Como as duas ministraram com serenidade! Pude sentir dali de trás as obras de Jesus naquele momento! Muitos corações estavam se abrindo ali e eu entendendo que estava chegando o momento de todos experimentarem e com intensidade o que Deus tinha reservado a cada um. E nessa canção, as duas meninas também conduziram um momento de reflexão lindo e muito importante a todos! Eu me arrepiava lá de trás! Não tenho palavras pra descrever o que sentia ali naquele momento! Antes de terminar o momento, Renato, Teca e Ana Cris subiram lá por trás do palco e me cumprimentaram. Eles seriam os próximos a tomarem frente. Nisso, pude ouvir todos cantando "Peço perdão Senhor!" e me arrepiava cada vez mais!

Terminada a canção Perdão, eu voltei ao palco e conversei com o povo um pouco, anunciando a entrada do Renato, Ana Cris e Teca que iriam ministrar a próxima canção que é de autoria do Renato. Todos os 3 já passarem pela história do Unus. Renato pegou o microfone e tomou frente da canção e do contato com o povo. A Ana Cris fez uma breve partilha sobre o Unus quando ela teve que sair do ministério e tudo mais. A música se iniciou e foi tudo tão lindo! Eles capricharam nos arranjos, nas vozes, enfim! Ficou tudo muito lindo mesmo! Eu, ali do coral, quase chorei de poder participar com todos do Unus desse momento lindo com os mais antigos do ministério! Foi ímpar!

Terminada a canção, eu agradeci a presença deles, e fomos dando continuidade. Eu disse a todos que a partir dali iríamos experimentar uma transformação, uma renovação que Deus tinha confirmado em nosso coração e tinha nos mostrado em nossas reuniões. Dali em diante, tudo foi sendo tocado, moldado, restaurado. Sentia no meu coração que dali em diante, muitos que ainda não tiveram total abertura, seriam moldados sim, mesmo que ainda estivessem com medo, receio, etc. Deus colocava em meu coração que todos ali já estavam abertos, embora alguns menos que outros, mas todos deram brechas pro Senhor Reinar e agir! E assim foi...

As próximas partilhas ficam pra outro dia!
Espero que estejam gostando e vivendo novamente a Noite de Artes conosco!
Hoje, domingo, as 10hrs teremos uma missa comemorativa aos 10 anos de nosso ministério, aos 10 anos do grupo Sagrado Coração de Jesus e aos 25 anos do grupo de estudo Bíblico Semente! Venha celebrar conosco essa alegria de servir ao Senhor! As 10hrs na capela da Universidade! Esperamos por você!

Um grande abraço a todos!
Fiquem com Deus e o amor de Maria nossa mãe!
Thiago